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Após agravamento da pandemia, Sinpro espera que governos suspendam aulas semipresenciais


Após agravamento da pandemia, Sinpro espera que governos suspendam aulas semipresenciais
Foto: Divulgação / Sartre

Após a manutenção do indicativo de greve (leia mais aqui), o Sindicato dos Professores no Estado (Sinpro-BA) espera que o governo da Bahia e a prefeitura de Salvador suspendam as aulas semipresenciais no estado.

 

Segundo o coordenador-geral da entidade, Alysson Mustafá, o entendimento é que Rui Costa (PT) e Bruno Reis (DEM) vêm manifestando preocupação com os índices de infecção da Covid-19 na capital baiana. E que, por isto, o Sinpro-BA crê que ambos determinarão a revogação das atividades semipresenciais na educação baiana.

 

“A gente imagina que nos próximos dias deverá haver alguma medida em relação a isso”, opinou o dirigente, em entrevista ao Bahia Notícias.

 

Apesar de o sindicato aguardar o recuo do estado e do município, há outra assembleia marcada para a próxima semana, na quarta-feira (2), com o intuito de discutir outras ações, caso a revogação não aconteça.

 

“A gente colocou aí uma crítica de que a responsabilidade é dos gestores públicos. Mas não há um prazo propriamente, e a categoria vai avaliar dependendo do que acontecer, e ver de que maneira os gestores vão atuar daqui ate lá”, explicou.

 

Desde o retorno das aulas semipresenciais, o Bahia Notícias noticiou a suspensão de atividades em pelo menos dois colégios: o Anchieta e o Antônio Vieira (veja aqui e aqui).

 

Diante desse cenários, os professores, já contemplados na execução do Plano Nacional de Imunização, porém sem que tenha havido tempo dos profissionais completarem o esquema vacinal, defendem que o retorno às salas de aula só ocorra quando toda a categoria estiver imunizada, com as duas doses das vacinas contra a Covid-19.


Por Bahia Noticias

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