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'Não esperamos abertura do capital para fazer investimentos', diz Wagner sobre a Embasa


por Mauricio Leiro

'Não esperamos abertura do capital para fazer investimentos', diz Wagner sobre a Embasa
Foto: Joao Ramos / Govba

O senador Jaques Wagner (PT) acredita que, mesmo no aguardo do processo de abertura do capital da Embasa, o governo Rui Costa (PT) não ficou "esperando" para realizar investimentos. A pauta deve movimentar o bastidor político entre os postulantes ao governo do estado, depois que o ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), já se posicionou sobre o tema (reveja aqui).

 

"Independente do modelo, é importante ressaltar que nunca se fez tanto em água e saneamento na Bahia, como nos últimos anos. Não ficamos esperando abertura do capital para fazer investimentos. Assumimos nosso papel enquanto agente público e o fizemos, seja com recursos próprios, com recursos federais e também por meio de parcerias com a iniciativa privada", disse ao Bahia Notícias.

 

Segundo Wagner, mais de 8 milhões de baianos e baianas foram beneficiados com ações de saneamento por meio do Água Para Todos, programa criado no meu governo, em 2007, que mudou a realidade das famílias do semiárido baiano. "[O projeto] impulsionou o setor da agricultura familiar do nosso estado e que, em 2011, foi nacionalizado e serviu de modelo para o governo federal replicar nossa experiência em todo o país", completou.

 

"Na Bahia, foram mais de 1,6 milhão de novas ligações de água e mais de 930 mil novas ligações de esgoto. Entregamos também mais de 368 mil cisternas, mais de 8 mil poços e mais de 9 mil sistemas de abastecimento de água. Além disso, foram construídos 23 mil km de redes de água e esgoto para melhor atender as famílias nas diversas regiões do estado. Investimos mais de R$ 9 bilhões em obras, entre implantação de adutoras, sistemas de esgotamento sanitário e ligações de água e esgoto", comentou o senador.

 

A possibilidade de abertura de capital da Embasa foi defendida pelo governador Rui Costa (PT).  Ele, no entanto, descartou o termo “privatização”. Questionado por um espectador, ele afirmou que o que há é um estudo para “alienação de ações”, assim como ocorre com outras estatais, a exemplo do Banco do Brasil e da Petrobras (relembre aqui).

 

O secretário estadual de Infraestrutura Hídrica e Saneamento, Leonardo Góes Silva, já havia comentado ao Bahia Notícias, que a intenção é levar a atual estatal à bolsa de valores e que a primeira etapa para a abertura da Embasa será concluída até 2022 (veja mais).


Por BN


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