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TSE bate novo recorde e registra 1,3 milhão de atendimentos no último dia para tirar ou regularizar título de eleitor

Foto divulgação Titulo de Eleitor
 



Prazo para ficar apto a votar no pleito deste ano acabou nesta quarta-feira (4). Nos últimos 31 dias, 8,5 milhões de pedidos foram protocolados.




O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) superou a marca histórica de atendimentos nesta quarta-feira (4), último dia para tirar ou regularizar o título de eleitor e votar no pleito deste ano. A Justiça Eleitoral somou 1,3 milhão de atendimentos: 830.850 mil pela internet e 512.756 mil de forma presencial.


O número apenas desta quarta é próximo ao que o TSE registrou na soma dos três últimos dias anteriores ao prazo-limite para as eleições de 2018, quando 1,5 milhão de atendimentos foram realizados.


Nos últimos 31 dias, de acordo com o TSE, foram 8,5 milhões de pedidos atendidos. Desse total, 4.550.465 milhões de forma presencial nos cartórios pelo sistema Elo e 4.003.054 milhões de solicitações feitas de forma virtual pelo Título Net.


A quantidade deste ano também é superior aos registros do pleito de 2018. À época, a Justiça Eleitoral registrou 8,2 milhões de solicitações de eleitores em 60 dias — quantidade batida em 31 dias neste ano.


Também nesta quarta, foi registrado o recorde de acessos simultâneos ao sistema do TSE. Segundo o tribunal, 345 mil pessoas estavam conectadas ao mesmo tempo.


Distrito Federal

De acordo com o o Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF), foram registrados 4.423 pedidos presenciais nesta quarta-feira, sendo 1.326 de alistamento, 1.684 de transferência de domicílio eleitoral, 1.289 solicitações de revisão e 124 pedidos de segunda via.



Os números de atendimentos realizados on-line serão divulgados nesta quinta-feira (5). Todos os eleitores e eleitoras que solicitaram a emissão, transferência ou regularização do título dentro do prazo receberão o resultado da solicitação em até um mês, segundo o tribunal.


Eleitores com títulos cancelados ficam impedidos de obter passaporte, carteira de identidade ou qualquer documento que exija quitação eleitoral. Além disso, não pode inscrever-se em concurso público, tomar posse ou receber salário de cargo ou função pública.


Fica proibida ainda a participação em concorrência pública ou administrativa em qualquer autarquia da União, renovação de matrícula em instituições oficiais de ensino e obter empréstimos em bancos mantidos pelo governo.


A partir desta quinta, não são mais permitidas solicitações de emissão, transferência e mudança no cadastro eleitoral. A retomada dos atendimentos ocorre apenas após o fim das eleições deste ano.


Por G1

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